quinta-feira, 8 de outubro de 2015

Sobre o Skoob e as trocas de livros



Já faz um tempo que eu faço parte dessa rede social para leitores. Ela é a maior rede social para leitores no Brasil e funciona muito bem para você que gosta de organizar suas leituras, de trocar livros e saber das últimas novidades das editoras!

Funciona assim: Primeiro e mais do que óbvio, você deve criar uma conta no SKOOB. Mas, Nathaly, como faz? Elementar meu caro Watson: você pode fazer o cadastro na forma tradicional, ou você pode entrar com o facebook; eu, particularmente, acho mais prático entrar com o facebook.

Feita a sua conta, você pode começar a organizar seus livros. São várias opções. Você busca os seus livros pelo título e os organiza de acordo com o status atual. Exemplos: LIDO, LENDO, QUERO LER, DESEJADO, ABANDONEI, TENHO, EMPRESTEI.

Assim seus livros ficam super organizados. Eu adoro essa função do Skoob, porque eu sou louca por organização. ;D

Minha página no Skoob. Quem quiser me adicionar como amiga, fique à vontade :)



Como toda rede social, o Skoob também permite que você faça amigos, assim você pode adicioná-los e ver o que eles estão lendo, trocar ideias sobre livros e até trocar livros entre si!

Falando em trocas, como elas funcionam?

Bem, pequeno gafanhoto, vou te contar!

Primeiro você deve se tornar um usuário Plus. O melhor de tudo: É GRÁTIS. 0800. NO PAYMENT REQUIRED. How cool is that???

Na imagem da minha página você vê que ao lado do meu nome tem um ícone azul, com o nome PLUS em branco. É assim que aparece quando você se torna plus no Skoob.

Depois que você vira Plus, esse ícone é, inicialmente, amarelo. Isso significa que você ainda não realizou nenhuma troca. Mas como eu faço pra realizar uma troca???

Simples, ao se cadastrar no Plus, o site vai solicitar o seu endereço. Digite tudo corretamente, é muito importante. Resolvidos os detalhes, você clica no ícone do Plus que fica ao lado do seu nome.

Lá tem um campo em que você digita o título do livro que você procura.


Ao buscar o título aparecem diversas opções, ou não rs, dependendo da disponibilidade do livro.
Clicando em verificar, você vai ver quais pessoas têm esse livro disponível para troca e quantos créditos elas estão pedindo por ele.

ESPERA NATHALY, o que são os créditos???

Os créditos são as moedas de troca do Plus. Agora, como é que eu vou adquirir esses créditos?

Simples também, tem duas formas:

1 - Você pode comprar o crédito, cada crédito vale 19,90, com esse crédito você pode solicitar uma troca de livro.

2 - Você pode adquirir um crédito, ou dois, ou três, enviando um livro para outro usuário. Para isso você deve disponibilizar algum livro para troca, e definir quantos créditos você quer por esse livro. 

Para fazer isso você clica no livro que você tem na estante e edita para a troca, colocando uma descrição e /ou uma foto do livro. Você recebe uma solicitação de um usuário e tem os prazos específicos para envio da troca que é feita pelos correios.

Vantagem de conseguir os créditos pela troca de livro: Sai mais em conta do que comprar o crédito, dependendo do peso do livro e do valor que o livro vale. Livros menores, podem ser enviados por, muitas vezes, bem menos do que R$ 15.

VANTAGENS DA TROCA DE LIVROS PELO PLUS:

Você pode consultar a reputação de troca da pessoa para a qual você vai solicitar o livro.
Assim, você sabe se as trocas que essa pessoas fez foram rápidas e se os livros chegaram no estado que ela descreveu que estariam.

A entrega, geralmente, é rápida. Não vai demorar mais do que demoraria se você pedisse em uma loja online. Nas trocas que realizei, demorou bem menos do que isso.

Você pode acompanhar o andamento da troca pelo número de rastreio dos correios que a pessoa manda quando confirma o envio do livro.

Bem, isso é o que eu tenho para falar sobre as trocas: Eu era cética no início. Mas depois da primeira, já fiz outras e não me arrependi de nenhuma. Recomendo!



Nathaly M.
08/10/2015

domingo, 4 de outubro de 2015

Para o inferno com as estatísticas!

     - Esse filme é uma merda!
     - De onde você tirou essa ideia Vanessa?
     Será que ele sabia que não era do filme que ela estava falando? Bem, sabendo ou não, a discussão continuou:
     - É óbvio que esse filme é péssimo, Fabrício! Ou você realmente acha que as relações hoje em dia são assim?
     - Sim, eu acho! Não entendo como você consegue ser tão fria a ponto de não aceitar que existam relacionamentos significativos.
    O filme em questão era sobre um casal que, de início, não se dava bem e, com o tempo, se conheceram melhor, culminando em uma relação significativa, com direito a expressão sincera dos sentimentos de um para o outro. Ou seja, uma comédia romântica.
     E era exatamente isso que Vanessa não conseguia entender. Como, em qualquer cenário possível, isso poderia funcionar? Talvez ela não entendesse porque as estatísticas baseadas em sua própria experiência demonstravam o contrário. A quantidade de relacionamentos que ela vira falhar, tanto dela quanto de conhecidos, era absurda!
     Fabrício era o oposto do ser masculino atual: ele acreditava em romances. E daí que o casal do filme não se desse bem no início? Por que raios isso impediria uma futura felicidade? Ele simplesmente não entendia o pessimismo de Vanessa quanto ao amor.
    Os dois eram amigos de infância. Estudaram juntos, porém foram para áreas diferentes na faculdade; mas mantiveram contato. Ele de humanas, ela de exatas. Acho que o leitor já imagina o resultado dessa mistura não é?
      Ela desligou a TV e foi lavar a louça na cozinha, ainda irritada. Ele ficou na sala, pensando que se, de alguma forma, pudesse convencê-la a entender e aceitar que duas pessoas tão diferentes quanto os personagens do filme... Vamos falar sério agora; duas pessoas tão diferentes quanto eles dois, pudessem ter um relacionamento, talvez ele conseguisse fazer com que ela o visse diferente. Não com os óculos da friendzone.
     Vanessa esfregava o prato com tanta raiva que havia espuma cobrindo toda a pia. Mas será que o Fabrício é tão bobo quanto era quando criança? Eu o chama para ver um filme. Daqueles aos quais não há necessidade de se prestar atenção, porque qualquer idiota já sabe o final; e ele simplesmente resolve discutir a dialética do romance em vez de notar que estou bem ao seu lado, totalmente produzida para um cinema em casa que, claramente, era um pretexto para ficarmos a sós!


terça-feira, 29 de setembro de 2015

segunda-feira, 7 de setembro de 2015

Sisos, pessoas que adoecem facilmente, ainda faltam dois!

Ok, vou contar minha jornada da semana passada começando, mais ou menos, três meses atrás.
Um belo dia eu estava olhando o interior de minha boca pelo espelho, por que? Porque eu faço isso, às vezes, não sou lá o que se diga a mais comum das pessoas. Enfim, estava eu inspecionando minha cavidade oral, quando percebi um mínimo orifício lá no final à direita.

Aquele frio na barriga, arrepio na espinha. Please God, don't let it be, please don't! Mas eram, eram os malditos sisos que começavam a nascer. Ok, eu sei que a maioria das pessoas tem que extrair os sisos. Mas eu esperava na mais profunda agonia da alma que eu fosse um desses sortudos evoluídos que nascem sem os sisos.

Mas não, infelizmente, não sou. Adiei por uns bons três meses, até que eles começaram a pedir pra sair, a despontar, a doer... Fui à dentista, super meiga, fofa e gentil e ela pediu que eu fizesse um raio-x panorâmico. Resultado: sou 1/4 sortuda, pois nasci sem um dos minidemômios.

Eu nesse momento.

A semana passou depressa demais e chegou o temido dia! Nesse meio-tempo, conversei com vários amigos que me relataram suas experiências: alguns diziam que doeu muito, outros diziam que só sentiram no pós-operatório; ou seja; varia de pessoa para pessoa. Mas um conselho foi unânime, tire todos de uma vez e evite a dor parcelada!

Ok, eu consigo fazer isso, certo? Vai ter anestesia, vai ser suturado, é muito melhor assim. Eu consigo, CERTO?